segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Meu Filho Comeu Minha Buceta (Contos Eróticos)


Desde que minha filha casou, moro só com meu filho, Roberto. Ele tem 21 anos, estuda farmácia e trabalha num grande laboratório. Estou sem marido há sete anos. Nesse interim, só alguns flertes.
Tudo começou com uma suspeita. Achava estranho que Beto, alto, moreno, lindo de morrer nunca trouxe nenhuma namorada para casa.
Seria ele gay? Passei a fuçar suas coisas. Nada de errado. Restou o computador. Ele me ajudou a abrir meu e-mail e senha. Usei o mesmo critério e bidú! Foi facil descobrir o dele.
Sei que é errado, mas fui ler suas correspondências. Na caixa de entrada, muitos mail. Quase caí de costas ao ler o primeiro. O remetente dizia que transava com a própria mãe! E mais, incentivava meu filho a fazer o mesmo!
Outros também falavam sobre desejos pela genitora, de forma vulgar, como se fosse uma coisa banal! Abalada, fui na caixa de mail enviados. Foi estarrecedor! Neles Roberto falava de mim, me descrevia, dizia que sentia tesão por mim e fantasiava relações sexuais!
Antes não soubesse da verdade! Meu filho me desejava como mulher! Nunca tinha percebido nada. Nem passou pela minha cabeça uma insanidade dessa!
Vá lá que não sou uma mulher de jogar fora. Meu jeito jovial disfarça meus quarenta e tantos anos. Não arranjei homem porque não quis. Propostas não faltaram. Mas com tantas garotas jovens por aí, logo eu, sua mãe?
Passei a observar melhor meu filho. Pela primeira vez olhei, não com olhar de mãe. Envergonhada, olhei como uma femea, apreciando um macho. Foi o prelúdio dos meus tormentos.
Lí e relí todos os mail. Já não sentia a repulsa da primeira leitura. Os textos agora me causavam uma estranha sensação. ¨-Meu Deus, o que está acontecendo comigo?¨ pensei.
Devo falar com Beto? Teria que confessar que lí os mail. Que pelos padrões morais de hoje, isso é errado? O que pensaria minha filha? Meus irmãos? Os vizinhos?
A situação confesso, massageava meu ego. Meu filho, meu amor, aquele rapaz lindo, lindo, me queria, me desejava. Algumas trechos dos mail martelavam na minha mente: ¨Minha mãe é gostosa demais!¨, ¨Aquela bundona dela me deixou de pau duro¨, ¨Toquei uma punheta hoje, imaginando aquelas coxas grossas¨, ¨Ví ela pelada no banheiro. Fiquei louco de tesão¨.
A mulher adormecida em mim despertava. Voltei a frequentar cabelereiro e manicure. Reiniciei a dieta. Renovei o guarda-roupa com vestidos e sapatos mais alegres, sensuais. E quando comprava lingerie nova, sexy e ousadas, ao estreá-las, pedia opinião de Beto.
Mesmo sabendo do despropósito, não tive forças para reagir. Aliás, parte de mim não queria reagir. Os dias passando e eu, cada vez mais doida. Os camisolões e pijamas foram aposentados. Passei a usar camisolas curtas de cetim, transparentes, decotadas, expondo parte dos seios e coxas.
Beto aparentava indiferença, mas, ao ler seus e-mails, envaidecida, percebia ele cada vez mais excitado, numa escalada de tesão e desejo. Eu o provocava e estava dando corda! Que loucura, eu também desejava meu filho!
Nossos contatos físicos foram aumentando. A princípio como brincadeiras. E os abraços, apalpadas e encostadas dos quadris cada vez mais frequentes. Foi questão de tempo acontecer.
Foi numa noite fria em que abusei um pouco do vinho. Estavamos assistindo um DVD romantico, deitados sob a coberta. Quando a mão boba do meu filho roçou meus seios, senti os biquinhos enrijecerem na hora. E a onda de prazer chegou na xaninha, causando umidade e contrações.
Tentei culpar a bebida, mas na verdade, o desejo reprimido guiou minha mão direita até o seu membro rijo. Só apalpar já não satisfazia. Não falamos nada. Abaixei a calça do pijama de Beto e peguei no mastro ereto, estufado ao máximo.
Era delicioso o contato daquele pau grosso e quente na palma da mão. Masturbei suavente. A respiração arfante de Beto denunciava o prazer que sentia. Gemendo ele disse:
- Ahhh, bom. Ahhh, mãe, muito bom. Não aguento, não agueento, ahhhhh, vou goooozaaar!!!
A porra espirrada melecou tudo pela frente. Seu cacete continuou pulsando na minha mão, com o esperma viscoso escorrendo entre meus dedos. Corri ao banheiro social para pegar papel e limpar. Beto veio atrás, com a pica balançando, ainda duro. Me agarrou por trás, acariciando freneticamente seios, coxas e boceta.
Me fez virar de frente, tentando beijar na boca. Resisti cerrando os lábios, mas a boca foi se abrindo e acabamos trocando um beijo de língua, intenso, molhado. Beto pedia para eu dar para ele, implorava para meter em mim. Meu filhinho, louco para me comer e eu lutando para não ceder, com a xoxotinha piscando, louca para dar!
Para acalmá-lo, acabei fazendo sexo oral nele. Agachada, abocanhei seu pau ainda lambuzado, com gostinho de porra. Nossa, fazia muito, mas muito tempo que eu não chupava uma rola. Olhei para meu filhinho. De olhos fechados ele gemia. E logo começou o vai-e-vem com o quadril, fodendo minha boquinha.
Gozou rapidamente. Apertei com a língua e céu da boca aquela vara pulsante, de onde novamente, saia muita porra, mais rala e líquida. Suguei tudo, sofregamente, até esvaziar o pau de Beto, só soltando aquela lindeza totalmente mole e limpa, brilhando com a minha saliva.
Me refugiei no banheiro da suite. Tranquei a porta com o coração batendo aceleradamente, caindo em sí pela maluquice perpetrada. ¨Céus, o que que eu fiz? Tá louca mulher?¨ pensava. Mas o tesão continuava. Apoiada na parede, toquei uma siririca até conseguir um orgasmo arrebatador.
Num conto, a coisa termina por aí. Na vida real é diferente. E tentadora. Sabe o que é estar carente e viver com o homem mais lindo do mundo? E esse rapaz te desejando, de pau duro todo dia? Cortejando, beijando, abraçando, implorando, querendo te possuir! Dá para aguentar?
Acordar, tomar café, banho, jantar, circular semi-nus, ver TV, dormir, sempre excitada, com a pessoinha que se ama ao alcance da mão? Esse era nosso dia a dia. Ah, como é difícil parar no meio dos amassos!
Beto sempre insistindo. Inovando nas táticas. Passou a me chupar, a primeira vez meio à força. Sempre forçando a barra. Por pouco não me comendo na marra.
A nossa luta de todos os dias. Mas eu também atiçava. Desde então passei a depilar a xaninha, deixando ela lisinha e bem visível, inchada e volumosa. Beto chupava a ¨ostrona¨ com muito mais apetite.
Eu vivia na ilusão de que se ele não metesse na minha bocetinha, eu não estaria me entregando. Se o pau do meu filhinho, não entrasse no buraco de onde ele saiu, a mesma grutinha por onde o pai dele tinha plantado a semente, não seria transa, não seria incesto, não seria devassidão, não seria...
Muitos contos narram o fato mas não o depois. Verdade? Ficção? Na vida real, sobra culpa e contrição.
E como amaldiçoei o dia em que cedí pela primeira vez. Perdí a conta das vezes que cobrei uma candidata a nora. De que não havia futuro para nós. E ele sempre retrucando que importante é o dia de hoje.
Se por um lado tinha vergonha, de outro me sentia uma nova mulher. Mais alegre, solta e feliz.
Sugerí ao Beto para irmos conhecer uma casa de swing. Além da minha curiosidade, queria que Beto fodesse outra mulher. E foi um desastre. Quem acabou sendo assediada fui eu, o que provocou ciumes no meu filhote.
Na volta, o clima estava pesado. E Beto possesso, transfigurado:
- Pô mãe. O cara tava quase te comendo! Aquele sujeito asqueroso! Não dá pra mim e abre as pernas para o primeiro bosta que aparece!
Beto estava obcecado demais. Argumentei que não ia acontecer nada. Que meu amor era ele. Que discordava, enraivecido.
Discutimos feio. E Beto dizia que já estava cansado de pedir para eu dar. Que me amava e nenhuma outra mulher lhe interessava. Que não comíamos na casa dos outros e ninguém tinha nada a ver com nossa vida.
No anseio de acabar a briga, fiz o que fazia quando Beto era criança, prometendo coisas para o natal ou aniversario:
- Tá bom! No dia do seu aniversário, eu dou prá você!
Pronto, o mal estava feito. Me arrependí na hora. <Bem feito, bocuda!> pensei. E só então me dei conta que seu aniversário estava próximo: dia 31 de janeiro!
Observei meu filho dirigindo. Estava alegre, feliz. Sua mão direita fazia carinhos em minha perna. Tive de chamar sua atenção para o transito. Até cantarolava. Meu querido estava de bem comigo. Só isso importava naquele momento.
Meio de janeiro. Eu mais do que ninguém, me surpreendia com minhas mudanças. De coroa, quadradona, auto-aposentada para o sexo, estava cada vez mais liberal. Deslumbrada com coisas desconhecidas, excitantes. Já falava besteira com naturalidade.
No começo morria de vergonha. Parecia que todos sabiam que tínhamos um caso. Sentia como se estivesse escrito na testa <incestuosa>. Com o tempo fui acostumando, ficando mais confiante. Até conseguia abraçar Beto e dizer que ele era meu namorado, diante de pessoas que sabiam que eramos mãe e filho. E eles pensando que estavamos brincando.
31 de janeiro. Data em que Beto completou 22 anos. Não queria que esse dia viesse nunca. Não. Na verdade estava ansiosa esperando esse dia. Tanto quanto ele. Me lembrava todos os dias do <presente prometido>. Como se eu fosse esquecer!
Nesse dia não seria só sexo oral. Intimamente gostava do ensejo. Uma desculpa para me entregar ao meu amor. Estava no limite da relutância. Não aguentava mais. Queria dar para o meu filho! Queria que ele me comesse gostoso, metesse em mim e enchesse minha boceta de porra, como escrevera em alguns e-mail para outros incestuosos!
E chegou o bendito dia! Acordei com Beto me beijando na testa. Tentou me beijar na boca ,mas, desviei pois não tinha escovado os dentes. <-Feliz aniversário>, disse dando um abraço apertado. Ele já com as mãos entre minhas coxas, sob a camisola, subindo pelas virilhas, tentando chegar na rachinha.
Já queria seu presente. Disse que só à noite eu daria, tentando protelar. Queria acreditar que não fosse acontecer. Ainda que já estivesse tomando pílulas anti-concepcionais há três dias.
Todavia, a tensão sexual daquele dia era diferente. Mesmo no café da manhã, na despedida quando Beto saiu para o trabalho, não era como sempre. Sentia um calorzinho estranho lá embaixo, a umidade contínua.
As horas não passavam. Liguei a TV. Nada me interessou. Tentei ler uma revista. Lia e não entendia o que estava escrito. Olhei várias vezes para o relógio. Finalmente o entardecer. Tomei outro banho. Me deu uma vontade irresistível de manipular o grelinho. Sem pensar em nada gozei. Mas ainda faltava algo.
Vestí uma calcinha minúscula. Ela entrava no meu rego. Aumentava a aflição. Os biquinhos dos peitos endurecidos até doíam. Desistí do soutien. Joguei apenas uma camisola verde garrafa por cima.
Estava meio aérea. Ora uma femea se preparando para o seu macho. Ora a mulher apaixonada esperando seu amante. Expulsava qualquer pensamento de que era uma mãe, prestes a se entregar para o filho! Sentimentos de adolescente antes da primeira transa, no corpo de uma mulher madura. O coração batia descompassado.
A ansiedade me levou frente ao espelho várias vezes. E via refletido uma morena de estatura mediana, cabelos castanhos, lisos que escovei ao menos em duas espiadas. O corpo um tanto cheinho mas de pele branca e lisa. Seios medios. O rosto comum, mas atraente, mesmo sem maquiagem. Resolvi calçar sandálias de salto alto. Deixaram mais longas, as pernas torneadas.
Ao passar o batom vermelho e mover os lábios espalhando a cor, ví meu sorriso no espelho, ao me imaginar como uma puta se preparando para receber o seu cliente predileto. Nada mais me importava. Só Beto, Beto!
Quando Beto voltou, o recebí com um beijo apaixonado. Nos atracamos como dois esfomeados, desvairados de paixão. Assim grudados, fomos nos livrando das roupas em direção ao nosso ninho. Chegamos alí quase nús, ele de cueca e eu só com a calcinha.
Ele quis ir tomar uma ducha. Não deixei. Queria sentir seu cheirinho delicioso. Enquanto lambia seu peito e barriga, abaixei a última peça. Sentí o aroma de semen seco. Ele tinha se masturbado no trabalho. Fiquei feliz ao constatar que ele tinha tocado umazinha, pensando em mim.
Abocanhei seu pau ereto. Deslizava os lábios pela glande. Parava e lambia as bolas do saco. Chupava suavemente. Desta vez sem masturbá-lo. Não queria que gozasse. Não desta vez. Queria seu esperma em outro lugar. Meu filhinho gemia. Aquilo sempre me deixava louca! Sentia a vagina ensopada. O mel já escorria melecando tudo.
Se quiserem condenar alguém, que seja eu. Nunca tinha deixado ele tirar minha calcinha. Mesmo quando ele me chupava, era de calcinha, toda esticada para o lado da virilha. Quantas vezes lutamos, com Beto tentado arrancar essa minha ultima barreira de proteção.
Mas desta vez, fui eu quem rompeu o limite. Abaixei a peça rebolando e deixei cair nos pés, enquando caíamos na cama. Ele deitado de costas, barriga para cima. Eu de cócoras. Fui me abaixando. Meu buraquinho piscava incontroladamente.
A pontinha da vara encostou na entrada. Foi uma sensação indescritível! Tremí, como se tivesse levado um choque! Eu que já tinha renunciado ao sexo, alí estava, prestes a ser penetrada! E pelo meu filho!
Peguei naquele membro apetitoso e abaixei mais. A cabeçona deslizou esticando os lábios inchados da minha xaninha. Rebolei devagar, recebendo dentro de mim, pouco a pouco, o mastro de Beto. Ele pegou meus quadris e forçou para baixo. Tentava enfiar logo, como se ainda não acreditasse, temendo uma fuga.
Eu reagia. Firmava a pelvis, tentando retardar. Queria prolongar aquela ardência da rola dura, grossa, me invadindo, abrindo caminho dentro de mim. Devia ter entrado bastante. Há quanto tempo não sentia isso!
Parecia um sonho: Eu estava dando a bocetinha para o meu filho! Não, era verdade mesmo. Meu filho estava me comendo, eu, a sua mãe! A mulher que tinha colocado o Beto no mundo!
Em êxtase, começei a subir e descer. Que mastro delicioso do meu bebê!
Beto arfava. E socava de baixo para cima. O orgasmo estava vindo. Começei a rebolar com mais vigor. Ia para frente e para trás. Numa subida mais vigorosa, sua estaca saiu, escapou. Desesperada peguei o fujãozinho e rápidamente, coloquei alí de novo.
Acho que gritei pois o gozo foi forte, intenso. Depois da explosão sentei com tudo e fechei as coxas. Queria prender meu amorzinho, alí em mim. Para nunca mais soltar.
Trocamos de posição. Eu por baixo, toda aberta. Meus fluídos vazando, me melando toda. Entrou fácil desta vez. Segurei as pernas, apoiando as em seus ombos, como um franguinho assado. Beto metia com vontade, com vigor. Enlouquecido, gritava coisas obscenas:
-Ai,gostosa! Ai,uh,uh, que buceta gostosa, mãe! Mexe, mexe, tesão, gostosa! Ah, uh, quentinha! Dá essa buceta mãe, dá! Uh,uh, gostosa! Você é minha, gostosa, só minha! Ah, ah, ah, ah, uh ah! Aperta, aperta meu pau! Uh, mãe, você é gostosa, gostosa demais! Ah, ah!
Por incrível que pareça, aquela verborragia pornográfica me excitou mais ainda. Outro orgasmo estava vindo! Enquanto eu tinha um orgasmo atrás do outro, Beto acelerou as estocadas e ejaculou enquanto me beijava sofregamente. Escutava seus ¨uh, uh, uhhh¨ guturais, do fundo da garganta.
Sentí o jato de semen morno na bocetinha. Já tinha me esquecido dessa sensação. Começei a contrair os musculos da xoxota, ¨mastigando¨ aquele pau gostoso, tentando extrair toda porra lá no fundo, para dentro do útero.
Beto relaxou, soltando todo o peso em cima de mim. Enlaçei meu filho, sim, só meu, com as pernas. Apertei prendendo-o, e também com os braços, firmemente.
E assim ficamos parados, exauridos. Eu dizendo:<-Te amo, filhinho, te amo! Te amo demais, filhinho!
Seu pau já estava meio mole, mas dava para sentí-lo se encolhendo, ainda dentro de mim. Olhei em seus olhos. Já não tinha o olhar esbugalhado de momentos atrás. Talvez fruto de desejo meu, ví neles, muita saciedade e ternura. Desta vez o beijo foi carinhoso, agradecido.
Começei a escrever sentada no computador, só de calcinha e um pedaço de papel higiênico como absorvente. Isto porque, o leitinho de Beto ainda escorria da xaninha. Tantas foram as vezes que fizemos. Minha grutinha ardendo, toda esfolada.
Depois disso, não sei o que vai acontecer. O que será de nós. Vivendo como dois pombinhos. Eu segurando meu cíumes. Sei que um dia, Beto será de outra. Ele é quem não se controla. Não posso nem olhar para outro homem.
Ultimamente ele anda de olho na minha bunda. Beto, quer comer o meu cuzinho virgem. Começou com insinuações e agora de forma insistente. Sempre tive curiosidade de saber como é, mas tenho medo da dor. Ainda mais porque o pau do meu filho é meio grandinho e grosso. Rsss. Talvez no natal, quem sabe?
Brigamos feio às vezes. Mas somos obrigados a fazer as pazes. Afinal além de namorados, somos mãe e filho. E nos amamos muito!
P.S.- E aconteceu. Publiquei o conto ¨Meu filho meteu atrás e eu gostei¨. Espero que apreciem. Beijos.

37 comentários:

Anônimo disse...

Você é muito gostosa hein, imagina deslizando no meu pau grosso e grande fudendo bem gostoso durante horas esta buceta maravilhosa que você tem

Anônimo disse...

Sinto muito tesão lendo contos de incesto de mãe
e filho ou de irmã metendo com o irmão.
Lidia.

Anônimo disse...

Eh...
DEUS nao eh culpado d nada, mas c foc... o maior erro dele seria a criaçao do livre-arbitrio. O irmao comer a irma, da p/engolir. Mas o filho comer a mae, q conheceu o feto em seu ventre, eh perdoavel, mas merec a ignomia eterna
(inferno)
Ate os 13 anos, mha irma trocava d calcinha na mha frent. Nessa epok eu tinha 17 anos. Mha mae sabia disso, mas nunk c importou pelo fato da manininha ser ingnua e eu bm responsavel. Nao vou negar q algumas vzs meu pau ficou duro, eh o instinto masculino. Mas nunk a toqei nem por brincadeira. Mae e filho tranzando, nao eh incesto! Eh profanalismo. Est conto ou eh fabula, ou eh lucifer encarnado na mae. Psso q aprovem meu comentario!!! Pois opiniao eh opiniao. E direito eh direito.
Ass: Marto Gois de Piracicaba. Abraços a todos e viva a santa moral da familia mundial.

Anônimo disse...

eu gosto muito de ler esses tipos de contos queria muito comer minha tia ou minha mae mais tenho medo que isso me prejudique algum dia sem contar que é pecado e minha mae e minha tia são muito gostosas bato punheta direto pra elas ..

branco disse...

ja que voce deu pro seu filho da o cusinho pra min

Anônimo disse...

nossa desse jeito eu fico todo excitado se eu pego essa mae eu vo mete no cuzinho dela bem de vagarinho.

Anônimo disse...

o seu filho comeu vc agora e minha vez (092) 93631851

Anônimo disse...

A religião e a moral colocam tabus que nada tem a ver com a natureza. Maternindae, paternidade, fraternidade são vínculos criados pela sociedae e que violam o desejo natural. Se a natureza colocou o desejo é porque é permitido.

Anônimo disse...

fiquei querendo chupa sua buceta,raspadinha até vc gozar.adorei gostoza

Magnus Barbado disse...

Um dos melhores da net. Apreveite a vida sem preconceitos. Magnus Barbado

Anônimo disse...

Demonia! O cao tava nesses dois, so pode!!

Ricardosouza Souza disse...

GOSTEI... MUITO BOM

Gabriel disse...

gostei muito desse conto , minha mae e gordinha branca e imagino a buceta dela toda arosadinnha na minha kra , tenho muito tesao por ela ,, quem me dera comela um dia

Anônimo disse...

Adorei este conto; lindo demais. Enquanto lia, meu pau ficou duro feito rocha. Bati uma gostosa...
Luiz

Anônimo disse...

Amei esse conto, se for real parabens pela coragem pq muitos tem vontade e poucos tem coraggem, e realmente quando envolve o sexo de maneira diferente é sim exitante, naum vejo mal algum naum mataram naum roubaram naum destruiram familia alguma, estao de parabens vivam a vida de forma que sejam felizes e que naum prejudiquem ninguem parabens bjss e se vc quiser ter uma nova experiencia pode nos add no msn kasal2425@hotmail.com somos casados a 12 anos temos ambos 30 anos bonitos e saradose temos a fantasia de sair com uma mulher que goste de sexo de vdd aguardamos contato bjsss

Anônimo disse...

olá eu gostaria de enterrar meu cacetetodo duro dentro da sua buceta,pois tenho o pau gronde e grossobem cabeçudo pra te arrombar, encher sua buceta e sua boca de muita porra quente ai seu filho vai ter que aprender que ele é filho e não pode seer seu macho. To com um tesão danado so de ler seu conto imaginando sua buceta no meu pau duro. bjsss delicia.

Anônimo disse...

Vcs dois teve tesão tem q ser puta msm pra dar pro proprio filho!!isso é coisa do capeta!!'''''esse mundo ta perdido mesmo''''''se vc quizer eu posso te dar uma palavra religiosa!!pensse bem nisso...hugoviniciusdelimaruiz@hotmail.com

Anônimo disse...

Parabéns pela sua audácia se seu conto for verídico.Pois tem um bocado de filhas da puta que não assume são uns verdadeiros hipócritas e falsos moralista. Se VC deu foi porque quis dar, sentiu tesão porque e gulosa , gostosa e hiper fêmea.

kmc10 disse...

pow o conto é nota 10 ! mt bom mesmo !

mas infelizmente acabei ficando triste e broxei , pq no meio do conto vc falou sobre prometer dar para seu filho em uma data especial como natal ou aniversario , minha namorada fazia isso comigo , mas ela nunca cumpriu , e acabamos terminando o namoro pq eu não aguentava mais essas mentiras :'(

Anônimo disse...

se é louco mó putaria do caramba voce tem que toma vergonha na cara isso é coisa de puta krl da po capeta

Anônimo disse...

tente ter experiencia com os outros, gostei do conto quem mi dera praticar com tigo

Anônimo disse...

nossa goste desse conto keria que minha mãe morasse comigo e que eu podese transar com ela sempre pensei nisso tambem há tempos rsrs

Anônimo disse...

gostei do conto muito legal

Anônimo disse...

Se a história narrada é coisa do gramunhão porque então está lendo é porque gosta da safadeza ou tem vontade de fazer ou fica se masturbando enquanto lê, quem nunca pensou em comer a titia gostosa ou pedir para a maninha tocar uma bronha a alma do negocio é o segredo, boca fechada não entra mosca.

Anônimo disse...

nojo véio

Anônimo disse...

Nossa é tudo q eu mais keria, tenho duas tias que são umas delicias, como eu ja bati punheta pensando em comer elas, muito bom o conto, mas acho q é mentira, pela forma q ela descobriu q o filho se interressava por ela, invadindo o e-mail tão facil assim

Anônimo disse...

Kkkkkkkkkk concordo com o colega ai kkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

o anônimo gosta muito de aparecer, deve ser uma pessoa que não pega ninguem coitado.adorei o conto. quando acontecer de novo gostaria de @yahoo.com.br

Junikit disse...

Que delicia !!

Anônimo disse...

BOTA PRA FUDER MESMO!!!!ISSO NÃO É PECADO, SOMOS ANIMAIS TEMOS INSTINTOS, É NATURAL. NÃO LIGUE PARA COMENTARIOS MORALISTAS, POIS QUEM ACESSA ESTES SITES COM CERTEZA NÃO QUER OUVIR ORAÇÕES E NÃO TEM MORAL PARA CONDENAR NINGUEM. iNFELIZMENTE ESTAMOS CERCADOS DE FALSOS MORALISTAS. SEJA FELIZ E GOZE BASTANTE!!!!!!

Anônimo disse...

Este com certeza foi o melhor conto que já li, mais fico me perguntando se tal ato praticado não é errado ou apenas é o instinto que temos guardado dentro de nós, se for o instinto não e algo como um pecado mortal.

como sera que o mundo foi povoado em ?

Anônimo disse...

Meu vai pro diabo mae e filho pecado imortal deus cobra

Anônimo disse...

e mentira foi um marmanjo que escreveu isso

Anônimo disse...

Vc q e uma delicia

Anônimo disse...

Eu me Masturbo pesando na minha mãe nua enfiando o meu na vagina dela gozando

Azwa Saffrina disse...

Dois marmanjos fodem loira safada, e depois um enraba o outro

Grande maduro moms ass foda, Como comi minha sobrinha usando o Msn

Rachel outra vez fazendo dogging num estacionamento perto de Bristol

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Irmão e irmã assistem filme porno e dão uma boa foda

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Anônimo disse...

Eu também me masturbo muito ao ver a minha mãe, ela é mesmo boa e dá-me muito tesão, isto é o instinto animal.

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